Frequência elevada de troca de tela na extrusora e/ou presença de pontos mal dispersos podem ser sinais de que o negro de fumo utilizado está incorreto.

Quando uma extrusora começa a apresentar entupimentos frequentes, a reação mais comum é procurar falhas mecânicas, revisar temperaturas de processo ou até mesmo questionar a qualidade da resina utilizada. No entanto, existe um fator que muitas vezes passa despercebido e que pode ser o verdadeiro responsável pelo problema, o negro de fumo.

A granulometria do negro de fumo exerce um papel fundamental no desempenho do processamento. Materiais com distribuição inadequada de partículas ou com excesso de resíduos tendem a apresentar dificuldades de dispersão durante a mistura com o polímero. Como consequência, essas partículas podem se concentrar em determinados pontos do fluxo, provocando aumento da pressão na extrusora, obstrução de telas e filtros e até interrupções inesperadas da produção.

Além dos impactos operacionais, a má dispersão afeta diretamente a qualidade do produto e padronização de lote a lote. A presença de aglomerados pode gerar manchas, variações de tonalidade, defeitos superficiais e até comprometer propriedades mecânicas e de proteção contra raios UV. Em muitos casos, empresas investem tempo e recursos na manutenção do equipamento sem perceber que a origem do problema está na matéria-prima utilizada.

Por isso, a seleção do negro de fumo deve considerar não apenas a intensidade da cor desejada, mas também características como granulometria, estrutura, dispersibilidade e material com baixo resíduo. Na Residrox temos uma equipe pronta para te ajudar a escolher o melhor negro de fumo para sua aplicação.

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